Justine

Nossa estória trata de uma ninfa, chamada Justine, a mais bela donzela que já ingressara no convento, com um corpo tão firme e maduro que parecia uma pena entregá-lo a Deus.

Um dia, o bispo pousou-lhe a mão sobre a coxa. “Santo Padre”, gritou ela, “Vim confessar meus pecados, não cometê-los novamente.” Indiferente, o velho padre virou-a no joelho e levantou suas saias acima dos quadris, expondo a pele rosada de seu traseiro. Ali, entre as esferas de seu ondulado rabo, repousava um botão de rosa enrubescido, implorando para ser colhido.

O resto do conto fica por conta da imaginação do caro leitor.

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